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Pararam as máquinas…

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Caros 3 leitores;

Forças ocultas levam ao recesso - ainda que possivelmente momentâneo – deste blog.

Sem mais, agradecemos as visitas, porém.

Fonte: página da FUNRIO

O Ministério de Ciência e Tecnologia selecionou entre mais de duzentas Fundações em todo o Brasil, aquelas credenciadas a elaborarem projetos de parceria com o Ministério. No Rio de Janeiro, foram selecionadas apenas quatro Fundações: José Bonifácio da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Euclides da Cunha da Universidade Federal Fluminense, Fundação da Escola de Agronomia K47 da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e a FUNRIO da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. “Para todos nós da FUNRIO é uma honra, já que ainda não completamos 8(oito) anos de existência”.

Fonte: Agência Brasil, 17 de Abril de 2008

Brasília – O Sistema Único de Saúde (SUS) nunca chegou a funcionar com sua capacidade plena pois, desde sua criação, vem passando por um processo de falta de financimento o que impede que se fale em “fracasso do sistema”. A avaliação é do presidente da Federação Nacional do Médicos (FNM), Eduardo Santana, que participou do ato público das entidades médicas na Câmara dos Deputados pela aprovação da lei que regulamenta a Emenda Constitucional 29.

“Quando o SUS foi criado tínhamos a perspectiva de um financiamento de 30% do orçamento da seguridade social. Imediatamente à sua criação, nós perdemos isso e temos observado um progressivo desfinanciamento, por isso não podemos dizer, como muitos querem, que o SUS não deu certo. Ele tem um potencial de funcionamento que nunca foi utilizado. É preciso resgatar o SUS que foi criado há 20 anos e a regulamentação da emenda 29 cria possibilidades para isso”, defendeu Santana.

De acordo com ele, se o modelo inicial de financiamento do SUS fosse cumprido, o investimento da União no sistema seria de cerca de R$ 105 bilhões: mais que o dobro dos R$ 48 bilhões aplicados no ano passado. Em 2007, a soma de investimentos das três esferas de governo para atendimento à saúde dos 180 milhões de brasileiros foi de R$ 90 bilhões, valor equivalente ao usado pela saúde complementar (planos privados) para atender a 40 milhões de pessoas.

(…)

Além da regulamentação da Emenda 29, as reivindicações da classe médica em defesa do SUS incluem ainda a aprovação de um plano de cargos e salários e reajuste do piso salarial dos médicos, dos atuais três salários mínimos para R$ 7.503,18. As reivindicações constam de uma carta aberta encaminhada à Presidência da República no início deste mês. Segundo Paulo Amaral, presidente da Associação Nacional dos Médicos Residentes, um médico-residente recebe R$ 7 reais por hora do SUS e trabalha 60 horas semanais.

Para o deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), presidente da Frente Parlamentar pela Saúde, da Câmara dos Deputados, há condições favoráveis para aprovação da lei, cuja votação está prevista para o dia 6 de maio. Segundo ele, depois de o projeto ter sido aprovado por unanimidade no Senado, a Câmara será “considerada vilã” se rejeitar a proposta. Além disso, ele também destacou que a votação vai ocorrer a poucos meses das eleições municipais. “Não vai ser fácil votar contra a saúde nesse momento”.

leia o artigo completo aqui

Fonte: página do CREMERJ, 17 de Abril de 2008

Entidades médicas nacionais – Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira e Federação Nacional dos Médicos – compareceram no dia 9 de abril à sessão especial do Senado que comemorou o Dia Mundial da Saúde e os 60 anos de fundação da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Na ocasião, lideranças no Senado Federal focaram seus discursos no apelo para que se colocasse em votação o projeto de lei complementar do senador Tião Viana (PT-AC), o PLS 121/07, destinado a regulamentar a Emenda Constitucional 29.

O forte lobby dos líderes e a presença maciça de entidades médicas e de saúde resultaram, em sessão posterior, na votação e aprovação, por unanimidade, do PLS 121/07. Pelo texto, a União deverá aplicar, anualmente, o mínimo de 10% de suas receitas correntes brutas na saúde. Ao setor, deverão ainda ser destinados outros 12% dos recursos dos estados e do Distrito Federal e 15% dos municípios. A proposta será agora enviada para a Câmara dos Deputados.

leia o artigo completo aqui

Fonte: Agência Brasil, 15 de Abril de 2008

Rio de Janeiro – O 1º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luiz D’Avila, defendeu hoje (15) a elaboração de uma política pública de interiorização da estrutura de assistência à saúde. Para D´Ávila, não há falta de médicos no país e, sim, uma distribuição bastante irregular desses profissionais. Segundo ele, o Brasil possui 174 escolas de Medicina, que formam a cada ano cerca de 15 mil médicos.

(…)

“O Brasil precisa não é de mais médicos, mas sim de bons médicos e uma melhor distribuição desses médicos no território brasileiro”.

leia o artigo completo aqui

Fonte: Agência Brasil, 15 de Abril de 2008

Rio de Janeiro – Faltam médicos no país. A conclusão é de um estudo divulgado hoje (15) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Pelos dados da pesquisa, referentes a 2005, naquele ano havia um médico para 595 habitantes no país.

Responsável pelo levantamento, o economista Marcelo Neri, no entanto, acha que o número não está tão distante do que se considera ideal (cerca de 300 habitantes por médico), pelo menos na comparação com outros países. Para ele, o problema mais grave é que esses profissionais estão mal distribuídos pelo país.

A situação mais grave é observada no Rio de Janeiro, que tem o município com menor número de habitantes por médico (Niterói, com 93,55 habitantes por médico) e o que ocupa a base do ranking (Belford Roxo, com 6.878,54 habitantes por médico), entre as cidades com mais de 250 mil habitantes.

O indicador de Niterói é melhor até que o de Cuba, que lidera o ranking mundial, com 169 habitantes por médico, destacou Neri. A Nigéria, com 50.000 habitantes por médico, ocupa a pior colocação entre os países.

“Todos os indicadores da pesquisa revelam que o Brasil tem uma quantidade de médicos aquém do que seria recomendado. Essa categoria profissional é a que apresenta a maior taxa de ocupação, de 90%, a maior média salarial, que é de R$ 6.270, e a maior jornada de trabalho, com 50 horas semanais”, disse o economista.

Ele citou países como a Itália e a França, que têm 300 habitantes por médico, e afirmou que o Brasil não está muito longe desse ideal. “O principal problema é a locação espacial – há muitos médicos onde a necessidade é menor e faltam médicos em áreas mais pobres, rurais e distantes”, explicou.

Entre os estados brasileiros, o líder é o Distrito Federal, com 292 habitantes por médico, seguido pelo Rio de Janeiro (299 por um) e São Paulo (448 por um). No outro extremo, aparecem o Maranhão, na pior colocação, com 1.786 habitantes por médico; o Pará, com 1.351, e o Piauí, com 1.282 habitantes por médico.

Como medidas para ajudar a minimizar essas disparidades, Neri defende iniciativas dos governos para garantir melhor distribuição espacial, ainda que seja em momentos de emergência. “Iniciativas como a criação da Força Nacional de Saúde são bem-vindas, para realocar médicos, como no caso da epidemia de dengue no Rio”, disse o economista.

Segundo ele, outra boa medida é incentivar médicos egressos de universidades federais para que trabalhem durante algum tempo em áreas remotas, onde são mais necessários.

Fonte: Agência Brasil, 15 de Abril de 2008

Rio de Janeiro – Um medicamento que diminui os principais sintomas da dengue e que evita a forma hemorrágica da doença poderá estar disponível dentro de três anos. As pesquisas desenvolvidas por cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com ratos de laboratório demonstraram que o uso do remédio modipafant não permite que as plaquetas sangüíneas saiam dos vasos e migrem para os tecidos, como acontece com a dengue hemorrágica, evitando a queda das plaquetas.

(…)

De acordo com a professora Danielle da Glória de Souza, do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, o medicamento não atua contra o vírus da dengue, mas sim em suas conseqüências inflamatórias no organismo.

leia o artigo completo aqui

COMSO
4/9/2008

A I Conferência Universitária da UNIRIO acontecerá na terceira semana de abril, entre os dias 14 e 17 e abordará o tema Universidade Inclusiva. A abertura do evento será no dia 14/04/08, segunda-feira, às 18h30min, com uma Palestra sobre Universidade Inclusiva, com o Prof. Ricardo Vieiralves de Castro (Reitor da UERJ), no Auditório Paulo Freire. Nos dias seguintes, a programação vai de 9h às 21h. Haverá mesas-redondas com os temas: Educação Superior como Direito de Cidadania; Avaliação e Universidade Participativa, além de 10 Oficinas de temas específicos relacionados ao tema geral. No encerramento, dia 17/04/08, às 18h, será apresentado o espetáculo teatral “Ensaio sobre a Cegueira”, na Sala Vera Janacopulos. Veja no link abaixo a programação detalhada.

Informações adicionais:
http://www.unirio.br/eventos/ConferenciaUniversitaria.jpg

A Andantes Cia. Teatral, formada por alunos e ex-alunos da UNIRIO reestréia, na Sala Vera Janacopulos, a peça “ Ensaio sobre a Cegueira”, baseada na obra de José Saramago, depois de temporada no Teatro Laura Alvim, no mês de março. As apresentações são no dia 12 de abril, sábado às 20h e no dia 13 de abril, domingo, às 19h. A entrada é 1 kg de alimento não perecível e as senhas serão distribuídas uma hora antes dos espetáculos. A Sala Vera Janacopulos tem 140 lugares e fica na Av. Pasteur, n.° 296, Urca. O espetáculo é definido pela Companhia com as seguintes palavras: “Ensaio sobre a Cegueira”: um romance que tentamos traduzir em teatro. Um esforço para retirar, de trezentas páginas, duas horas de signos que pudessem conter nossos sentimentos diante desta obra. Um grito cego de uma humanidade arrasada, instalada em um caos, em um labirinto demente, retratado por um dos maiores escritores dos últimos tempos. A Andantes Cia. Teatral traz esta história para a cena do nosso país com uma população posta em quarentena, até quem sabe… Ver.

Informações adicionais:
Projeto Cultural 2542-7373
http://www.ensaiosobreacegueira.com.br

Fonte: Jornal do CREMESP, 03/2008

EDITORIAL

Escolas médicas: é preciso suspender, temporariamente, a abertura de novas e estruturar as já existentes

Não interessa à sociedade a criação de cursos de Medicina sem o real e permanente aporte dos recursos humanos e materiais indispensáveis à boa formação.

É uma questão ética a moratória na abertura de novas escolas de Medicina e a exigência de qualificação para as já existentes continuarem funcionando.

Nos últimos quinze anos, o Brasil foi invadido por uma onda de credenciamento de novas escolas, atingindo a posição de segundo país do mundo em número de faculdades de Medicina.

(…)

O Cremesp e as demais entidades médicas – há tempos preocupados com a manifesta deficiência do ensino no Estado de São Paulo e com suas conseqüências para a sociedade – defendem a moratória na abertura de novas escolas, ou seja, a não abertura de cursos até a total adequação dos já existentes.

(…)

Uma das atribuições do Conselho é justamente “promover, por todos os meios ao seu alcance, o perfeito desempenho técnico e moral da Medicina”.

Por isso, insistimos em afirmar que o Estado de São Paulo não precisa de novas escolas de Medicina, precisa aprimorar, e muito, as já existentes. Da mesma forma, não precisa de mais médicos, precisa melhorar o conhecimento e as habilidades dos atuais.

A análise dos resultados das provas experimentais aplicadas nos formandos, realizadas nos últimos três anos pelo Cremesp, dá conta da gravidade do problema da formação dos médicos nas escolas do Estado de São Paulo.

(…)

A afirmação de que os formandos destas faculdades sem condições de ensino irão atender às populações periféricas e menos favorecidas carrega uma mentira e duas injustiças: não é verdade que estes formandos se estabelecem em regiões carentes de médicos; é contrário ao princípio da eqüidade destinar profissionais sem habilidades para pacientes mais carentes e é injusto restringir a atuação de um profissional à camada mais necessitada da população.

O projeto de lei que estabelece a moratória na criação de novas escolas de Medicina, de iniciativa do médico, deputado e presidente da Câmara Federal, Arlindo Chinaglia, em sua forma original, atende plenamente aos interesses maiores da sociedade brasileira e traz benefícios para a assistência à saúde da população e para a classe médica. Após anos de tramitação, o projeto de Lei 65/03 será votado pelo plenário da Câmara dos Deputados.

leia o artigo completo aqui

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